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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

o horizonte


fazer do mar horizonte
e do horizonte destino


Ionian Sea, Santa Cesarea, Itália, 1990, por Hiroshi Sugimoto

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Memória eidética, número vinte e quatro

Lev Tolstoy a trabalhar, 1908

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Memória eidética, número vinte e três


Henry Miller e a sua fixed gear, Santa Mónica, 1975, por Peter Gowland

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Memória eidética, número vinte e dois


Mário Cesariny, 1970, por Eduardo Tomé

domingo, 27 de janeiro de 2013

Memória eidética, número vinte e um

Terreiro do Paço, 1955, por Henri Cartier-Bresson

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

The Invention of Lying, de Ricky Gervais





Como seria um mundo sem mentiras? onde toda a gente fosse honesta e sincera e onde apenas se dissesse a verdade? Este filme é um bom exercício sobre esse mundo utópico e onde é inventada a mentira, ou algo que não é

domingo, 20 de janeiro de 2013

Memória eidética, número vinte

Henri Matisse, Nice, 1949, por Robert Capa

sábado, 19 de janeiro de 2013

sou um citadino com limites, ou um necessitado da natureza

tenho uma boa relação com lisboa, não me canso das ruas, das imperfeições da calçada. gosto dela no dia e  na noite. gosto da cidade que é, de entrar no seu ritmo, hei de viver no centro. sou um citadino com limites, por mais que aprecia a vida nesta cidade, sei que tem um limite. como tudo. e esse limite guia-me para o campo, para a floresta. tenho uma ligação com essa forma mais natural da vida, talvez porque as minhas raízes não estão na cidade, mas numa vila no interior de portugal. talvez nem seja por isso, não importa, a ligação existe. moro num subúrbio de lisboa e gosto de me deitar na cama, olhar pela janela e ver apenas duas árvores, agora despidas, com o céu por trás. sem prédios e mascaradas de uma quase inexistente intervenção humana. sossega-me o tal limite. talvez seja também por isso que tenho a necessidade de fazer aquela viagem solitária por um local onde possa contactar com a natureza. gosto de coisas que recordem desta ligação, como alguns filmes que vejo, ou bandas que ouço. esta é uma delas.



domingo, 13 de janeiro de 2013

Memória eidética, número dezanove

Brigitte Bardot e Pablo Picasso, Vallauris, 1956, por Jerome Brierre

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Estou triste, Caetano Veloso

















Estou triste, tão triste
E o lugar mais frio do rio
é o meu quarto
Caetano Veloso - Estou triste

domingo, 6 de janeiro de 2013

Memória eidética, número dezoito

Gaiteiro Francisco dos Santos "O Estriguinha", Torres Vedras, 1971, por Michel Giacometti

domingo, 30 de dezembro de 2012

Memória eidética, número dezassete

A bola de ano novo de Time Square, Nova York, 1978

domingo, 23 de dezembro de 2012

Memória eidética, número dezasseis

Crianças a incendiar árvores de natal, Roterdão, 1964, por Winfried Walta

domingo, 16 de dezembro de 2012

Memória eidética, número quinze



Andy Warhol and Candy Darling, Nova York, 1969, por Cecil Beaton

sábado, 15 de dezembro de 2012

nunca parto inteiramente

















Nunca parto inteiramente. Vivo de duas vontades: uma que vai na corrente, a outra presa à nascente, fica para ter saudades.

Manel Cruz, in Nunca parto inteiramente

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Provérbios flamengos e o espelho da sociedade

Falei deste quadro há bem pouco tempo e é engraçado ir vendo os seus pormenores e descobrir que é um óptimo espelho da sociedade. Quando se olha para o todo, vê-se uma paisagem rural, característica da época e até bastante pacifica. No entanto, olhando a cada detalhe passam-se coisas verdadeiramente estranhas. O que mais me agradou foi mesmo essa primeira impressão apaziguadora que o quadro transmite e depois verificar que não é nada assim, que é tudo uma grande confusão caótica. A mesma sensação que tenho quando passo na ponte por cima de alcântara: lá em baixo a vida é tão pequena e sem detalhe.


Provérbios Flamengos, de Pieter Bruegel the Elder


domingo, 9 de dezembro de 2012

Memória edética, número catorze


 Writing on water, Foster's Pond, 2000, por Arno Rafael Minkkinen 

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

descobertas interessantes

Na secção de livros encontrei esta capa...


... que logo me recordou a do primeiro disco de fleet foxes.

Ambas provenientes de um quadro de Peter Bruegel com o nome de Os Provérbios Flamengos. É este tipo de interacção que gosto na arte: uma pintura mais velha que qualquer individuo à face da terra fazer agora parte de duas obras de arte, neste caso da literatura e da música contemporâneas.

domingo, 2 de dezembro de 2012

Memória eidética, número treze


Woody Allen e Diane Keaton, 1972