quinta-feira, 7 de abril de 2011

árvores e aranhas


Como consequência de uma cheia, as árvores de Sith, província do Paquistão, foram envoltas em longas teias feitas por aranhas que tentaram escapar à água. Nunca se tinha visto algo assim naquela zona pelo que o resultado foi, não só a sobrevivência dos milhares de aracnídeos, também o desaparecimento dos mosquitos da malária. Para nós, uma foto óptima com um aspecto pouco real e que não foi fruto dos efeitos da ficção científica.

fonte: Publico  

segunda-feira, 4 de abril de 2011

partir para ficar



E se inventássemos o mar de volta, e se inventássemos partir, para regressar? Partir e aí nessa viagem, ressuscitar da morte às arrecuas que me deste. Partir para ganhar, partir de acordar, abrir os olhos, numa ânsia colectiva de tudo fecundar, terra, mar, mãe...Lembrar como o mar nos ensinava a sonhar alto, lembrar nota a nota o canto das sereias...Lembrar cada lágrima, cada abraço, cada morte, cada traição, partir aqui com a ciência toda do passado, partir, aqui, para ficar...

Linda Martini @ Partir para Ficar

imagem: daqui

A beleza do erro


Sempre gostei de ouvir pessoas a falar das suas interessantes experiências de vida. 
Em seio formal mas como uma conversa de amigos se passou a conferência A beleza do erro, na qual os convidados eram convidados a falar da importância do erro nas suas profissões ou ocupações. E assim foi, uma troca de experiências extraordinária, viagens, actuações, culinária, design e arquitectura. Todos com uma ou várias boas histórias, de uma maneira mais cómica, séria ou artistica...A que mais me impressionou foi, no entanto, a de um artista plástico que enviou as suas fotos sobre o tema e não apareceu para as apresentar.
Tudo parecia estar erradamente ao pormenor: o interessante pormenor de a folha de apresentação estar acompanhada de uma lupa por ter sido impressa com letras demasiado pequenas. Esta foi ainda primeira conferência em que os atrasos eram vistos de uma forma natural e com algum agrado. Existe um ponto forte com o erro que é o facto de aprendermos com ele. Mas para além disso, por vezes, acontecem coisas que nunca poderiam ser vistas se certos acasos não sucedessem ou se herrar não fosse umano.

sábado, 26 de março de 2011

mysteries of number pi

penso mas não existo

penso mas não existo

Há algum tempo que ando a reunir umas fotos que tenho andado a tirar. Agora que tenho uma máquina analógica e antiga, este monstrinho ganhou outra dimensão ou sentimento e decidi criar um flickr. Estas fotografias reúnem vários temas, sentimentos, fantasmas e erros e foi por isso que as seleccionei da quantidade industrial de visões que tinha.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Effigy



Fake conversations on a nonexisting telephone, like the words of a man who's spend a little too much time alone...

imagem: daqui

quinta-feira, 17 de março de 2011

uma casa


I've been cheating gravity and waiting on the falls

Existem várias alturas em que tudo o que é necessário é uma "casa". Sem qualquer dúvida que esta banda tem esse simbolismo para mim. Ainda não tinha tido grande paciência para ouvir as músicas novas e há bastante que não ouço as antigas. Do nada aparece-me esta no facebook no momento indicado, soube-me exactamente como dantes e ainda bem. 

quarta-feira, 16 de março de 2011

Ideas are bulletproof


do filme V for Vendetta

segunda-feira, 14 de março de 2011

quinta-feira, 10 de março de 2011

Sem Título #27

Fantasy's hardly an escape from reality. It's a way of understanding it.


by Lloyd Alexander

sábado, 5 de março de 2011

Não é violência, é amor

Troilus & Cressida by Hannah Tompkins

Não há segredos vãos quando te prendo as mãos e tapo a boca. Não há palavras tuas que apaguem a chama da loucura e me façam controlar este bicho que me devora e me faz sentir vivo. Não existem tréguas no amor, é uma batalha e eu quero ganhá-la, sentir-me vitorioso, mais forte, ouvir-te gritar. Não digas não gosto, não digas para parar porque isso faz-me recomeçar, é um engrenar. Não me chames de monstro e não chores, ou melhor chora, deita fora as lágrimas que me hidratam e deixa-me entrar pelo teu ouvido, dar-te sussurros íntimos de amor e dizer-te que não tenhas pena porque amanhã há mais.