A parte mais dura de começar a fazer uma tese é, sem qualquer dúvida, entrar no ritmo. Ainda não cheguei ao ponto perfeito, em que todo o tempo em que não estou a fazer uma outra coisa importante é canalizado em trabalho, em que quase adormeço com ela na cabeça e acordo pronto a trabalhar. O ponto forte é a quantidade de tempo que tenho para ouvir e conhecer música nova, na esperança de encontrar aquela banda sonora perfeita para este trabalho solitário que me vai acompanhar até março. Até agora ganham as músicas mais instrumentais.