terça-feira, 29 de janeiro de 2013

please destroy me, please destroy me, please destroy me

Watch the stream run by you. Watch the indian chief, wrapped in blue corn leaves, drift by you. Watch it take root in the sun's pond and rise the fire. Oh, no more being matchwood. Only rising higher. I wanna see you be the one whose first light harbors in the new day. And see you settle into yourself and never be afraid. Now i take everything as a good sign, because i'm in love. I take everything as a sign, from god. And now i give myself to you alone, no more nights hang above me.

Please destroy me, please destroy me, please destroy me, yeah.

Devendra Banhart - First song for B

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

partes de filmes, número um


Existem partes de filmes perfeitas e este filme consegue ter uma enorme quantidade delas.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Memória eidética, número vinte e um

Terreiro do Paço, 1955, por Henri Cartier-Bresson

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Sem Título #38


mundo estranho quando sorrir sozinho na rua é considerado estranho

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

as sombras colidem

colidir com a tua sombra
é quase colidir contigo

a minha sombra colidir com a tua
é quase colidir com a tua sombra

todas as colisões atómicas são aleatórias

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

The Invention of Lying, de Ricky Gervais





Como seria um mundo sem mentiras? onde toda a gente fosse honesta e sincera e onde apenas se dissesse a verdade? Este filme é um bom exercício sobre esse mundo utópico e onde é inventada a mentira, ou algo que não é

domingo, 20 de janeiro de 2013

Memória eidética, número vinte

Henri Matisse, Nice, 1949, por Robert Capa

sábado, 19 de janeiro de 2013

sou um citadino com limites, ou um necessitado da natureza

tenho uma boa relação com lisboa, não me canso das ruas, das imperfeições da calçada. gosto dela no dia e  na noite. gosto da cidade que é, de entrar no seu ritmo, hei de viver no centro. sou um citadino com limites, por mais que aprecia a vida nesta cidade, sei que tem um limite. como tudo. e esse limite guia-me para o campo, para a floresta. tenho uma ligação com essa forma mais natural da vida, talvez porque as minhas raízes não estão na cidade, mas numa vila no interior de portugal. talvez nem seja por isso, não importa, a ligação existe. moro num subúrbio de lisboa e gosto de me deitar na cama, olhar pela janela e ver apenas duas árvores, agora despidas, com o céu por trás. sem prédios e mascaradas de uma quase inexistente intervenção humana. sossega-me o tal limite. talvez seja também por isso que tenho a necessidade de fazer aquela viagem solitária por um local onde possa contactar com a natureza. gosto de coisas que recordem desta ligação, como alguns filmes que vejo, ou bandas que ouço. esta é uma delas.



quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

as brincadeiras de Mike Stimpson

Há pouco tempo disseram-me que brincar com legos era coisa de criança, quando disse que não me importava que mos oferecessem no natal. Aqui está a prova das coisas bonitas que os adultos podem fazer quando brincam com eles. Lembram-se do Dalí Atomicus, desta memória que aqui partilhei?

Dalí Atomicus em lego, por Mike Stimpson

Podem ver mais aqui, a página pessoal de Mike Stimpson.