domingo, 16 de junho de 2013

Memória eidética, número quarenta e um


Georgia O'Keeffe, 1918, por Alfred Stieglitz

quinta-feira, 13 de junho de 2013

homem elefante, de riding pânico

riding pânico - parece que perdeste alguém

Mais do bom roque instrumental português, o disco inteiro está para audição aqui.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

da bicicleta do david byrne, parte dois

Estranhamente, a recente espiral descendente da economia pode vir a ser uma grande oportunidade. A sustentabilidade, os transportes públicos e as ciclovias já não são motivo de troça das pessoas. (...) Muitas vezes, apenas é preciso alguma vontade política, e uma ou duas alterações significativas, para que as coisas comecem a mudar por si próprias.

David Byrne, em Diário da Bicicleta

terça-feira, 11 de junho de 2013

uma canção que remeta à reinvenção

Mas tudo bem
o dia vai raiar
para a gente se inventar de novo

Cícero - Tempo de Pipa 

segunda-feira, 10 de junho de 2013

um poema, ou coisa que o valha, para o dia de(ste) portugal

portugal está para acabar
é deixar o cabrão morrer
sem a pátria para cantar
sobra um mundo para viver
chegam flores do estrangeiro
já escolhemos o coveiro
por mim é para queimar
mas não quero exagerar
não à glória nacional
não à força não letal
já não canto sobre amores
nem me perco no recheio
é que em terra de amadores
basta ter o pau a meio

faz sinal ao galo vencedor
que esta dança é arriscada
vai pela crista não vás num bom cantor
que a cantiga está mal parada

B Fachada, em deus, pátria e família

domingo, 9 de junho de 2013

Memória eidética, número quarenta


Ernst Hemingway, 1957, por Yousuf Karsh

sábado, 8 de junho de 2013

da bicicleta do david byrne

A mesma sensação de liberdade que experimentara em Nova Iorque voltou a surgir enquanto pedalava por várias das principais cidades do mundo. Sentia-me mais próximo da vida nas ruas do que teria acontecido se tivesse dentro de um carro ou a utilizar algum tipo de transporte público: podia parar sempre que quisesse; muitas vezes (mesmo muitas), era mais rápido do que um carro ou um táxi para ir do ponto A ao ponto B; e e não tinha de seguir de seguir nenhum percurso predeterminado. O mesmo entusiasmo, à medida que o ar e a vida nas ruas passavam por mim a correr, repetiu-se em cada cidade. Para mim tornou-se um vício.

David Byrne, em Diários da Bicicleta
Um óptimo, e talvez mais importante, ponto de vista que nunca tinha ouvido de ninguém das bicicletas, o da proximidade. Prevê-se que este blogue se venha a tornar mais ciclável, dado à leitura deste livro.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

dos protestos vestidos de vermelho na turquia

Olho para as manifestações turcas e transporto-as para cá. Teríamos a força e a convicção necessária e semelhante para lutar por um dos últimos parques da cidade? Não sou apologista da violência, mas como seria se todos os ambientalistas e não ambientalistas que não querem a barragem do tua, por exemplo, forçassem a paragem das obras? Será este o plano z? Claro que a destruição de gezi é um motivo que esconde e fez desencadear muitos outros, como se tratasse da gota que fez entornar a água do copo. E nós? Quantas gotas faltarão?

quarta-feira, 5 de junho de 2013

não é apenas o krugman que nos canta o just say nao

Ao que parece não sou o único que ando atento às palavras do krugman. Eis os quais com a música do just say nao, para a fabulosa música portuguesa a gostar dela própria:



terça-feira, 4 de junho de 2013

Cadernos da Tese: o futuro começa nas palavras do Sérgio Godinho

um dia depois de apresentar a tese veio-me à memória uma frase batida e a realidade é que...

hoje é o primeiro dia do resto da minha vida