domingo, 6 de outubro de 2013

Memória eidética, número cinquenta e seis


O primeiro Ronald McDonald protagonizado pelo actor Willard Scott, 1963, Washington D.C.

sábado, 5 de outubro de 2013

no lugar de ti colocar um poema

Se ele te falar dos poemas, ouve tudo. É a única coisa que conta, a poesia. No lugar da Islândia colocar um poema. No lugar do coração colocar um poema. Depois, dizê-lo uma e outra vez, até ser tudo.

Valter Hugo Mãe, em A Desumanização

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

a chuva em mim

Até ontem, ainda não tinha chovido forte em mim. A chuva forte do novo outono ainda não me tinha encontrado na rua. Mal me tinha abrigado no chapéu de chuva que abre e fecha por si. Ontem à noite a chuva forte encontrou-me desprotegido. Em meros segundos o cabelo ensopado escorria pela barba. Corri, abrigando-me pelas pequenas ombreiras inúteis, faziam formar pingos ainda mais molhantes. A cerveja no estômago dançava. A madrugada, os prédios baixos de lisboa, a chuva forte de outono a cair, a sua melodia, a cerveja no estômago, todos os barulhos da cidade melodia com a chuva forte. Entendi. Apenas caminhei, senti a chuva em mim.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

o maior evento de arte de rua alguma vez feito


É em paris, e pode ser visto online. Se por fora tem este aspecto, imaginem por dentro! Era fazer isto cá num prédio devoluto, ganhava alma, ficava uma bonita casa para a arte contemporânea! 

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

um turbo lento


Acabar o mês e começar a semana com um novo disco dos linda martini. Que bom que é. Que continuem a ser aquela banda.

domingo, 29 de setembro de 2013

Memória eidética, número cinquenta e cinco

Manoel Bandeira, Chico Buarque, Tom Jobim e Vinicius de Moraes, anos 60, por Pedro de Moraes

sábado, 28 de setembro de 2013

rezar é como encomendar

Tenho muitos medos e eles ficam a cobrir o céu e a fazer inverno e tempestades. Odeio o inverno, confessava ele. Fico fechado a rezar. Rezar é como dar corda à morte. Quanto mais rezamos, mais encomendados a deus estamos. E ele vai sempre lembrando mais e mais, até poder decidir que lhe fazemos jeito e nos mata. Quando deus me matar, vou revoltado, porque sentirei a falta de aqui estar eternamente.

Valter Hugo Mãe, em A Desumanização

as tempestades são tramadas

Curiosamente, hoje estava a ver o lost e o Mr. Eko, com o seu ar erudito de espiritualidades, diz ao Locke não confundas coincidência com destino.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

o cavalo, de rodrigo amarante

Ouvi pela primeira vez o Rodrigo Amarante quando abriu o concerto do Devendra. Já conhecia Little Joy, mas não é a mesma coisa. Faz canções muito boas. E ali só, por vezes com alguns músicos a acompanhar, viu-se bem o seu calibre. Confiram aqui o disco, está para audição gratuita.