quarta-feira, 20 de novembro de 2013

para bom entendedor


Escrita e música, são esses dois dos meus grandes vinicius. 

terça-feira, 19 de novembro de 2013

o velho

domingo, 17 de novembro de 2013

Memória eidética, número setenta e dois


Jean Cocteau, Nova York, 1948, por Philipppe Halsman

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

muros brancos, povo mudo

Se muros brancos significam um povo mudo, qual o significado de ser necessária uma autorização para fazer um graffiti? Povo oprimido? Quem autorizaria frases revolucionárias hoje? Ou algo do género do dos gémeos na fontes pereira de melo focado em nós. Por outro lado, quem não autorizaria?



quarta-feira, 13 de novembro de 2013

sobre conseguir

Se não consegues pensar antes de falar, escreve. Se não consegues pensar antes de escrever, lê. Se não consegues vai ao médico.

Aldina Duarte


terça-feira, 12 de novembro de 2013

andrew bird: fever year


Só por esta imagem dá para ver que este documentário vale a pena, como se saber que é sobre uma tour do Andrew Bird não bastasse. Vou colocá-lo na lista de filmes para ver num futuro próximo.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

a roda viva do dia de são martinho

As castanhas e a jeropiga sabem bem é em dias frios e, no chamado verão de são martinho, foi o frio a chegar atrasado. Parece que neste país anda tudo em modo austeridade. Hoje de manhã andava a ouvir o nosso caro amigo Chico Buarque, até que chegou a roda-viva e há bastante tempo que esta é uma canção sobre o portugal actual escrita por um brasileiro nos anos 60. E, infelizmente, vai continuar a ser.


domingo, 10 de novembro de 2013

Memória eidética, número setenta e um


Albert Camus, Paris, 1956, por Henri Cartier-Bresson

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

miniatura normativa, parte sete

(...) porque este é o dia de ver, não o de olhar, que esse pouco é o que fazem os que, olhos tendo, são outra qualidade de cegos.

Saramago, em Memorial do Convento

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

reinterpretar, reinventar

Quer seja o B Fachada a tocar a canção que aprendeu sobre a Dona Filomena, quer a tradição seja aprendida de geração em geração, à frente de um computador, ou seja cantada por alguém no banho. O importante é que a tradição não se apague da memória, seja reinterpretada e reinventada. E ainda bem que temos a música portuguesa a gostar dela própria.