domingo, 9 de fevereiro de 2014

Memória eidética, número oitenta e três


Henry Ford, Thomas Edison e Harvey Firestone, 1929, Florida

sábado, 8 de fevereiro de 2014

um pouco da história da mobilidade

Aquele momento em que ficas a saber que o carro eléctrico chegou primeiro que o carro a combustão interna, sendo a desvantagem do primeiro a bateria pouco duradoura e velocidades consequentemente mais baixas; que Henry Ford e Thomas Edison tinham planos para fabricar um carro eléctrico para as massas, por ser uma alternativa limpa, para o qual Edison desenvolveu baterias mais capazes, mas estes planos foram sabotados por patifes com outros interesses, patifes esses que provavelmente estiveram por trás do incêndio na casa do inventor da lâmpada e que destruiu grande parte do trabalho que desenvolveu ao longo da sua vida; o mesmo incêndio destruiu documentos do Twentieth Century Suburban Residence, o seu projecto de casas energeticamente auto-suficientes, tendo a primeira sido a sua mansão em New Jersey. 
A primeira ferrovia electrificada e a primeira automotora eléctrica foram também invenções de Edison.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

difracção, refracção


Está aqui um bonito disco, está.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Memória eidética, número oitenta e dois


Einstein com uma marioneta sua, Pasadena, 1931, por Harry Burnett

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

a islândia e o património imaterial(?)

Se voltasse a nascer e me fosse dada a possibilidade de escolher o sítio, escolhia a islândia. Na islândia não se acaba uma estrada porque esta iria passar pelo habitat de elfos. Sendo islandês, suponho que a última das minha preocupações seria a destruição de património histórico e ecológico.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

a st. vincent ensina o arco-íris

Depois das técnicas do Devendra no skate, a Annie Clark no futebol.



terça-feira, 28 de janeiro de 2014

um bife no chiado

Não como carne, mas gosto desta canção e do chiado, e por vezes bem que gostava de pôr fogo a tudo, será pecado?

Os Quais - Um Bife no Chiado

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

domingo, 26 de janeiro de 2014

Memória eidética, número oitenta e dois


Espião soviético a rir-se para o seu executante, Finlândia, 1942 

sábado, 25 de janeiro de 2014

o álcool como inspiração

O senhor Henri estava no jardim em frente ao seu banco preferido, onde sentada uma mulher tocava violino.
O senhor Henri interrompeu a violinista e disse: António Stradivarius foi o famoso construtor de violinos.
... era o arquitecto dos violinos, bem se pode dizer.
(...)
... porém, o álcool apareceu muito antes do violino.
... muito antes de existirem violinistas já existiam pessoas inspiradas artisticamente pelo álcool.

Gonçalo M. Tavares, em O Senhor Henri