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sexta-feira, 29 de março de 2013

Cadernos da tese: as três regras a seguir religiosamente

Segunda entreguei a versão pré-final da minha tese, segue-se a revisão e depois a apresentação. Este último mês foi mais pesado que qualquer outro que tenha passado na faculdade, trabalhar no duro, dormir pouco tentando dormir descansado (quase citando o Úria), cafeína, adrenalina e saturação. O sexo, drogas e rock n'roll de uma dissertação atrasada. Basicamente a imagem que se segue resume a carga de trabalho ao longo do tempo.


Agora sei que existem, pelo menos, três regras que qualquer pessoa deve querer seguir religiosamente  quando está a fazer uma tese:
  1. Encontrar um orientador que não desoriente mais do que o necessário e que perceba realmente do tema da tese, especialmente quando este não está na nossa área de conforto;
  2. Não estar dependente de ninguém, e quando se está, estar-se um passo sempre à frente. Foi isto que me atrasou a tese, estava dependente de dados que chegaram bastante perto da entrega e de dados tratados pelo INE que nunca saíram e que tive eu de tratar, já tarde e por necessidade absoluta;
  3. Fazer todas as formatações necessárias no inicio e usar todos os apetrechos que word tem e que realmente facilitam. Isto poupa trabalho frustrante e moroso no fim, especialmente se tudo estiver atrasado. 
É isso. O importante é que agora tou de volta à leitura, ao cinema e ao blog.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

sobre professores

Existem professores e professores. Posso dizer que a maioria dos professores que tive ao longo destes 5 anos de curso eram professores normais, não eram maus nem bons. Alguns já se destacavam pela negativa, chegando mesmo a ser incompetentes e contam-se pelos dedos de duas mãos. Infelizmente a minoria, uns três ou quatro, são aqueles que gostei mesmo.

Uma das coisas que gosto nos professores é a capacidade que têm para cativar os alunos. Existe um professor que quase toda a gente detesta e quando olhava para os meus apontamento das aulas dele vi que muitos deles nada tinham a ver com a matéria. Não é daqueles professores que nos alimenta de conceitos com a colher à boca, também não é daqueles que acha que já temos idade para usar os talheres. É daqueles que nos diz para preparar o prato com a nossa própria receita. Os meus apontamentos eram tópicos sobre os quais queria saber mais, eram alimentos para eu mais tarde cozinhar.